Contando Histórias em Guild Wars 2

Post da ArenaNet sobre a história pessoal

Traduzido:

Contando histórias de Globais até Pessoais e voltando novamente.

Tyria é um ambiente profundo, dinâmico cheio de histórias. Algumas são pequenos contos, e outros são de grande escala. Algumas histórias são curtas outras são longas. Algumas pessoais como um pai ferido de um querido amigo, ou grande como a sobrevivência da região inteira.

Um dos nossos objetivos é contar uma variedade de histórias que desafiam o jogador em muitos níveis. Vamos dar uma olhada nos três modelos de histórias que se juntam para ajudar os temas principais do jogo.

A história Global


 

A maior história é a “História do Mundo”, que é retratada em uma visão maior. É o conto do despertar dos Elder Dragons, e o perigo que apresentam para Tyria.

Nos leveis mais baixos, perto das áreas iniciais, isso é um trovão distante; cada uma das raças está absorvida com seus problemas e perigos. Alguns desses perigos são relacionados aos Elder Dragons, mas você não está lutando com servos deles toda hora que sai de Divinity’s Reach ou Rata Sum. Desafios nesses áreas são mais locais. À medida que vai indo para áreas de nível maior, a ameaça dos dragões fica maior, até que, no maior level, você chega em Orr, lar de Zhaitan, o Elder Undead Dragon.

Nós contamos essas histórias principalmente através de Dynamic Events. Por exemplo, os humanos de level mais baixo estão mais preocupados com bandidos, centauros, e vidas animais selvagens desagradáveis, mas com o passar do tempo a ameaça dos Elder Dragons fica clara. Enquanto os Sylvari tem mais conflitos diretos com os servos de Zhaitan, eles tem seus problemas com a Nightmare Court também. Com o avançar dos níveis em Tyria, a ameaça global dos dragões se tornam mais evidentes e representantes das raças que você encontra ficam cada vez mais preocupados com a ameaça que os dragões trazem.

Esse é um tema principal no jogo – pessoas se juntando e cooperando para derrotar um inimigo maior. Os eventos que acontecem em cada mapa do jogo tem seus próprios desafios e resoluções. Cada evento conta uma história, mas não são todos que lidam com os dragões e seus servos. Ainda, para agregar, o jogo é desenvolvido para avançar em dificuldade e gradualmente mudar o objetivo dos problemas regionais para a ameaça direta dos Elder Dragons em Tyria.

Sua história pessoal


 

Tecendo por este grande tapete está à linha da personal story de seu personagem.

As escolhas biográficas que você faz quando cria o personagem cria um caminho inicial, mas as decisões que você faz quando joga o envia para diferentes narrativas. O caminho da sua história leva você da porta da sua casa para Orr e Zhaitan. Pelo curso da história, seu personagem cresce em poder, level e sabedoria. Eles realizam a natureza do verdadeiro inimigo e crescem sobre os problemas mais locais que existiam nos níveis mais baixos do jogo.

De acordo com a expansão dos horizontes, você vem a lutar com as forças de Zhaitan mais e mais seguido, e quando você chega nas ruínas de Arah, você está pronto para lutar com o Dragão você mesmo. Você faz mais que assistir esse conflito gigantesco com Zhaitan, você é um participante direto. Você sabe como trazer as raças e as Orders juntas. Você faz diferença para Tyria em uma grande e heróica maneira.

 

A saga dos ícones


 

O terceiro tipo de história trás tanto a história do mundo quanto a personal story: a história dos personagens icônicos de Guild Wars 2 – Zojja, Logan, Rytlock, Caithe e Eir. Estes grandes guerreiros de seus povos que servem de mentores para os personagens da mesma raça. Seu mentor tem uma importante função no inicio da vida de seu personagem. Você os conhece na sua primeira aventura na personal story, e suas ações os impressionam. Seu relacionamento com eles cresce tanto que você eventualmente se tornara um igual, um amigo, e até mesmo um aliado.

Como você vai aprender, esses heróis icônicos têm seus próprios problemas e uma dolorosa história juntos. Todos os icônicos são membros fundadores do famoso grupo de aventureiros Destiny’s Edge, que foi separado por uma tragédia. Os porquês e como são explicados em jogo (assim como no livro Destiny’s Edge, por J. Robert King), e parte de unir as raças envolve reunir os membros do Destiny’s Edge.

Em desafios multiplayer em dungeons de Guild Wars 2, você ajudara Destiny’s Edge a chegar a um acordo com seu passo e reagruparem para encarar Zhaitan. Esta historia icônica, contada pelos dungeons, contribuem para a personal story – mas não é um requerimento. Isso é, se você não se importa com multiplayer instances, sua história ainda será dinâmica de cheia de recompensas. Mas conhecendo estas histórias através dos dungeons adicionam riqueza e profundidade em toda a historia de Guild Wars 2. A historia icônica, junto com a sua historia pessoal e a historia de todo o mundo, todos levam a City of Gods (Cidade dos Deuses) e o último confronto com Zhaitan.

Colocando tudo junto


 

Cada um desse tipo de história são contribuintes independentes para o todo que é Guild Wars 2. Cada um ressalta uma parte central do jogo: juntando pessoas para enfrentar desafios mais difíceis.

De muitos meios, isso é um tema muito amigável em MMO – é o que o jogador está fazendo no próprio gameplay, e nossas mecânicas tornam mais fácil para você formar alianças, criar guildas, e lutar ao lado de pessoas que você ainda não conhece, criando laços fortes entre jogadores e recompensando os jogadores por trabalharem juntos.

Juntos, o tipo de historia que nós contamos junto com como estás historias são contadas, contribuem para uma mais profunda e rica experiência em Tyria.


Original: http://www.arena.net/blog/telling-stories-from-global-to-personal-and-back-again

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