Ree Soesbee e Jeff Grubb falam sobre Fantasia e RPG

Anunciado pelo Facebook: Ree Soesbe e Jeff Grubb falam sobre história pessoal e respondem algumas perguntas no Twitch.tv às 15:00 do dia dia 6.

É uma conversa interessante para quem sabe bastante sobre a história do Guild Wars 1 e para quem leu Edge of Destiny e Ghosts of Ascalon (os dois livros do Guild Wars 2), onde eles trazem várias referências sobre a história.

Se quiser ver o vídeo de 30 minutos (em inglês), o link está no fim do post.

Resumo:

-Basicamente eles falaram sobre a forma diferente como contaram história, sobre tecnologia, porém pertencendo e fazendo parte do jogo

-O movimento do GW1 para o GW2, que possui mais raças jogáveis, e elas tem que possuir uma história por trás também.

-Havia muito espaço vazio entre os Giant Lupicus e o resto da história que acontecia depois no GW1, e esse espaço pôde ser explorado para dar uma base para o GW2.

-Desafio de trabalhar com outras raças, criar a história deles para o GW2 já que não tinham sido tão exploradas no primeiro jogo.

-Perspectiva dos Charr, que eles lutavam para recuperar suas terras, eles eram vistos como vilões pelos humanos no primeiro jogo, porém agora podemos ver da perspectiva deles o que aconteceu. Jeff traz a frase “Todo mundo é herói da sua própria história” fazendo referência que os Charr estavam lutando para retomar suas terras dos humanos.

-Raças diferentes apelam para pessoas diferentes.

-Asuras que dominavam as terras subterrâneas com sua tecnologia agora não são tão superiores. Mas isso não ocorre pelo fato de suas experiências não funcionarem, e sim pelo fato de eles terem saído do local onde dominavam (subterrâneo) para a superfície, tendo que se adaptar e entender um ambiente novo.

-Sylvari são uma raça muito nova e vêem o mundo como uma criança, curiosos querendo explorar.

-Para quem conhece e leu Senhor dos Anéis, eles fazem algumas comparações interessantes sobre como trabalharam com a história. Por exemplo que a Era de Ouro do humanos já passou; o que seria a 4º Era do Senhor dos Anéis (onde os humanos dominam, após o Retorno do Rei) já teria passado, com a queda de Ascalon e Orr e agora eles não se destacam sobre as outras raças, mas fazem parte de um todo.

-Fazer as raças diferentes de forma que as pessoas se identifiquem com cada uma a partir de suas características é um desafio mas um dos melhores modos de fazer a ligação com seu personagem.

-As armas SteamPunk dos Charr.

-A Ree fala sobre pegar uma coisa que você está confortável e trazer inovações, diferenças que faça vocês questionar tudo que tinha pensado (Ela dá um exemplo  de um avião, um simples avião como todos que já vimos, porém quando você vê como ele funciona descobre que é movido por hammsters mágicos)

-A história é desenvolvida como uma pirâmide, existem muitas opções no início mas todas elas terminam com o confronto com Zhaitan. Porém você chega nesse fim por motivos diferentes e pessoais das escolhas que você tomou se comparado a outras pessoas.

-Escolhas que afetam o modo como você vê o mundo. Ter que escolher entre salvar o orfanato ou o hospital e depois quem foi salvo aparece no mundo fazendo referências a sua escolha.

-Também acontece de ter arrependimento, onde é perguntado o que você se arrepende de não ter feito ou feito e isso afeta também seu rumo na história pessoal.

-A história da Glint e seus filhotes continua no Guild Wars 2.

-Se você matar Zhaitan na instância final ele realmente desaparecerá, porém outros jogadores poderão derrotar ele em sua própria história.

 

Link para o vídeo (o problema de áudio que tiveram foi resolvido pelos 2 minutos) http://pt-br.twitch.tv/guildwars2/b/327657138

EmaildiHITTTumblrFacebookOrkutGoogle GmailGoogle ReaderWordPressShare